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Roberto Prestes de Souza
Comentário · há 7 anos
Cara pintada: não sou advogado, sou um cidadão do planeta Terra (com mais de 4 bilhões de existência). Acredito na ciência e não em "ser humano bonzinho"". Pergunto: qual a idade para ser" maior ou menor "ou ter idade para ser penalizado por um crime? Direito, justiça não é isso, mas penso-logo existo- que penalidade deve ser dada a alguém que cometeu um delito ou crime. Qual a penalidade para o crime? Onde podemos" ressocializa-lo "? O que questionamos é exatamente isso. Como podemos definir ou calcular em data, tempo, espaço etc etc... em que o cidadão pode cometer um crime. Não pode! Podemos tentar fazer dele um" bom infante ", mas pagando a penalidade que deve ser imposta pela sociedade. Crie-se uma penitenciária para adolescentes ou jovens deliquentes. Um lugar especial, como se faz hoje com quem comete estupro. A psicologia evolutiva já prova que o homem não é aquela coisinha boazinha... A ciência, eu disse a ciência, já prova que o homem é PRODUTO DA EVOLUÇÂO e portanto é um animal domesticado (será que não forcei muito a barra....?). Dizer que as cadeias brasileiras são escola de criminosos porque está cheia ou porque não tenta educar o cidadão é muito do papo de filosofia barata, da idade medieval e hipócrita. Cara pintada, o senado é escola de bandido, a câmara federal é escola de bandido, a Petrobras é escola de corrupção e de bandidagem, muitos advogados são professores de bandidagem....o capitalismo é escola de bandido, a Rússia foi uma grande escola de bandido-vide a Rússia de hoje. E, pior...o nazismo era o que? O fascimo era o que? Cara pintada.... quem entrar numa penitenciaria e sair bandido é porque é bandido mesmo, porque um bom cidadão quando sair de lá, nunca mais quer ser bandido...Impunidade é o pior crime, o pior delito e o pior empecilho para uma sociedade que quer ter justiça.
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Roberto Prestes de Souza
Comentário · há 7 anos
Covardemente achamos a solução para o droga chamada maconha....
Quem precisa de droga? Minha geração lutou tanto contra a ditadura, para restaurar a democracia e a liberdade de ideias, para agora assistir, pasmada, a debates como esse sobre a liberação da maconha... Como se o uso dessa droga fosse algo assim... Imprescindível... Ou alguém precisa da maconha?
Não discuto o uso medicinal da planta. Ponto. Agora, liberar por quê? Talvez, quem sabe, possamos assim controlar o tráfico e os traficantes, porque o combate policial contra a droga não dá resultados. Essa é a alegação de alguns defensores da legalização.

Efeitos negativos
Não deu certo? Como? Pelo que se lê, ouve-se de especialistas e até mesmo pelo que o dia a dia nos tem revelado, o uso de drogas, até mesmo da maconha, tem deixado sequelas psíquicas.
De outra parte, como afirmou Luiz Flávio D’Urso, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Estado de São Paulo, a lei, ao proibir o uso de drogas, “tem efeito pedagógico. Ao descriminalizar o consumo, o recado pode ser de que, se não é crime, é bom. Pode ter efeito pedagógico contrário” (Folha de S. Paulo de 24 de maio, pág. C4).
A experiência dos países que liberaram o uso de drogas leves, sobretudo a maconha — como, por exemplo, Holanda, Suíça e Dinamarca, conforme reportagem publicada pela revista Veja de 5 de março de 2008 (págs. 98/99) —, não foi positiva. O tiro saiu pela culatra, pois se incrementou o tráfico de drogas e o crime organizado, o que acarretou em descontentamento da população daquelas localidades. Criou-se “uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, segundo a reportagem.

Porta de entrada
Não bastassem estas evidências, várias pesquisas mostram que usuários de maconha passam logo a valer-se da cocaína e até crack em muitos e muitos casos. Como exemplo, uma pesquisa realizada pelo Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (Vivavoz) mostra que a maconha é a porta de entrada para o uso de drogas mais pesadas. Segundo Helena Barros, coordenadora do Vivavoz, 50% das pessoas que se declararam usuárias de maconha também costumavam consumir cocaína e crack.
De acordo com a coordenadora, algumas dessas pessoas começaram a notar que já tinham comprometimento ou dificuldade para executar certas tarefas, apresentavam em algum grau problemas de memória e, às vezes, disfunções sexuais. Ela acrescentou que os usuários conheciam alguns efeitos da maconha, mas não acreditavam que teriam problemas com seu consumo.
Os problemas não se restrigem à saúde ou capacidade pessoal. Helena Barros acredita que o aumento do uso da maconha e a inserção dos usuários em um meio ilícito permitiram que eles tivessem contato com drogas mais fortes. Claro, para o traficante interessa vender os produtos mais caros...

Problema a mais
A coordenadora do Vivavoz declarou também que o tabaco e, principalmente, o álcool, que é utilizado de maneira bastante permissiva no Brasil, levam ao consumo de drogas ilícitas. Para Helena, os resultados da pesquisa demonstram que a discussão sobre a liberação e transformação da maconha numa droga lícita não é adequada.
“Se levarmos em conta que 10% da população é dependente de álcool, 10% é dependente de tabaco, só 0,5% é dependente de maconha. Se nós liberássemos o uso da maconha, certamente nós teríamos 10% da população ou próximo a isso, sendo dependente”, garante.
Interessante que muitos diziam e ainda dizem que o que é bom para outros países pode não ser bom para nosso País. Nações pequenas e ricas, tanto econômica como culturalmente, de pequena população, com altos índices de investimentos na área da saúde, podem ter uma maneira diferente de encarar certos problemas, mas não é o caso do Brasil.

É moda
Álcool e fumo liberados estão trazendo sérios problemas sociais e de saúde para nosso País e estamos fazendo leis cada vez mais severas para dominá-los — o que é um clamor popular, de todas as classes, e não apenas da burguesia. E nesse momento crítico, estamos colocando na pauta de debates a liberação de mais um vício que trará, sem dúvida, sérios problemas, inclusive aumentando a carga dos já precários serviços de saúde pública.
Vamos discutir coisas sérias. Vamos debater os reais problemas de nosso País e as formas de enfrentá-los. O debate sobre a liberação da maconha e a moda (politicamente correta...) de livrar o usuário de drogas de todas as culpas e responsabilidades penais, classificando-o como problema de saúde pública, não vai levar a nada de bom para as pobres e coitadas gerações que vêm por aí.
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Roberto Prestes de Souza
Comentário · há 7 anos
Jornalista brutalmente assassinado por “menores” em Porto Feliz

O jornalista Celso Mazzieri foi atraído para uma armadilha. O depoimento dos quatro adolescentes envolvidos no homicídio não deixam margem a dúvidas. Eles discutiram entre si a morte da vítima, planeja- ram com executá-la e até ensaiaram a ação. Tudo isso fica claro nos depoimentos à Polícia Civil. Causa espanto o motivo fútil pelo qual Cel- so perdeu a vida aos 45 anos. O namorado do jornalista diz que queria vingar-se por não ter entrado para o mundo da TV.
Celso era produtor de dois programas na Rede Brasil. Ele conheceu o ado- lescente que iria tramar sua morte ao parar certo dia no Castelinho da Pamonha. O jornalista — sempre se- gundo o infrator de 17 anos
— teria puxado conversa e dito que o adolescente tinha um visual adequado à tele- visão. Poderia participar de comerciais.
O infrator disse à Polícia Civil de Porto Feliz que se interessou e anotou o telefo- ne celular de Celso. A partir de outubro do ano passado, o adolescente frequentou a casa da vítima, conheceu a mãe (de 70 anos) e demais familiares do jornalista, “porém, na realidade, não havia emprego nenhum em São Paulo o que havia era o “interesse de Celso” no funcionário do Castelinho da Pamonha.
O adolescente que colocou o laço no pescoço da vítima contou à polícia como era a rotina do jornalista e do namorado. Celso vinha de São Paulo às sextas-
-feiras. Chegava em Porto Feliz por volta das 18h para buscar o namorado para que passassem o fim de semana juntos. O infrator só retornava no final da tarde de domingo e, às vezes, na manhã da segunda-feira.
O adolescente de 17 anos deixou o emprego, mas seu amigo disse aos policiais que o desemprego não afetou sua vida. Continuava saindo com os amigos e fazendo gastos — o que indica que Celso pode ter passado a bancar-lhe as despesas.
Apesar disso, o namorado do jornalista não escondia dos amigos a “muita raiva” que sentia de Celso. Segun- do um dos depoimentos, eles teriam chegado a brigar no estúdio da Rede Brasil e seguranças tiveram de agir para que o adolescente não agredisse o jornalista dian- te dos colegas de trabalho.

O complô

Na semana que antece- deu o carnaval, o infrator de 17 anos puxou o assunto da raiva que sentia de Celso numa conversa com o amigo de 16 anos. Perguntou, sem rodeios, se ele ajudaria a matar a vítima. E a resposta foi sim.
Este infrator garante que não recebeu nenhuma oferta de recompensa por parte do namorado do jornalista. Outros dois amigos, ambos de quinze anos, juntaram-se ao complô.
Decidiram que Celso Mazzieri seria enforcado com uma corda. Durante a semana, o infrator de 17 anos encontrou uma e cortou o pedaço que seria usado. Ele e os amigos testaram alguns laços corrediços, para ver qual funcionaria melhor. Chegaram a ensaiar como iriam cometer o crime.

Plano em ação

Em algum momento da semana, Celso telefonou para o namorado, disse que viria passar o carnaval em Porto Feliz e combinaram de encontrar-se no Castelinho da Pamonha às 18h da sexta-feira 28. Os matadores ficaram esperando, mas o jornalista atrasou-se.
Eram 21h quando os quatro viram o Citroën da vítima passar pela rodovia. O namorado deu sinais, mas o motorista não viu o grupo e seguiu até a Lanchonete da Andreia, que também fica na Castello.
Os adolescentes seguiram a pé até lá, encontraram-se com o jornalista e ele pagou lanches para todos. O tempo estava fechando sobre Porto Feliz. A pretexto da iminência de uma forte chuva, o namorado convenceu o jornalista a levar um dos adolescentes para casa. Todos entraram no carro e seguiram para o local onde Celso seria friamente executado.
Escuro e deserto
A vítima foi instruída a sair da rodovia e entrar na Estrada da Lagoa, um acesso municipal existente pouco antes do trevo da Castello Branco com a rodovia dr. Antonio Pires de Almeida — o trevo de Sorocaba. Era o local ideal, “deserta e escura” — como definiu a estrada o adolescente que colocaria o laço no pescoço de Celso.
O jornalista dirigia “bem devagar”. O adolescente de 16 anos estava sentado atrás do motorista e levava consigo a sacolinha plástica de uma conhecida rede de lojas na qual guardava o laço de corda.
Quando o Citroën já estava distante das pistas movimentadas da Castello, em meio à escuridão completa, o namorado da vítima deu o sinal combinado. Ele bateu na perna do amigo, que tirou o laço da sacolinha, passou pelo pescoço de Celso e começou a puxar com força.

Todos ajudaram

Os dois amigos que estavam sentados no banco traseiro agarraram a corda e ajudaram a puxar. O namorado do jornalista puxou o freio de mão do carro, desceu e foi para trás.
Agora os quatro estavam juntos no esforço de asfixiar Celso Mazzieri. Puxaram a corda até ouvir o pescoço da vítima quebrar-se. O jornalista estava morto. O corpo foi colocado no porta-malas do Citroën e levado até um canavial escolhido pelos matadores.
Três se juntaram para tirar o corpo do veículo e jogá-lo no meio da lavoura. Também deixaram ali a corda usada no crime. Um dos adolescentes postou-se na encruzilhada “para ver se não vinha ninguém”.
Alguém achou desperdício deixar com o cadáver o par de tênis. Descalçou Celso e jogou os tênis no porta-malas.
R$ 170
Segundo os depoimentos dos quatro adolescentes, a vítima tinha R$ 170 na carteira. Eles gastaram todo o dinheiro num baile funk e carnaval em Sorocaba, para onde foram com o Citroën do jornalista morto. Alteraram o número 3 da placa, transformando-o num 8.
A festança dos quatro só terminou por volta das 5h, quando voltaram para Porto Feliz. Pararam no pátio do posto de combustíveis Rei da Castelo e, dentro do veículo, aguardaram até as 7h.
O namorado da vítima e evidente líder do bando decidiu que levaria o carro à casa de um amigo em Vila América. Os dois se conheceram há cerca de três meses no bairro
CAIC.

Mais passeio

Este amigo, um pedreiro de 22 anos, disse que saiu para o trabalho na manhã de sábado e só à noite, quando voltou, soube que o adolescente tinha aparecido de carro. O namorado do jornalista prometeu voltar — e cumpriu a promessa.
Sempre segundo o depoimento do pedreiro, ele disse que estava cansado e não queria dar uma volta, mas o amigo insistiu. O adolescente de 17 anos estava acompanhado de mais dois menores.
Quando o pedreiro perguntou de quem era o Citroën preto, o adolescente teria dito que, por trabalhar na TV e fazer comerciais, “tinha condições de ter um carro daqueles”. Foram para o Jardim Vante, depois dirigiram-se ao centro da cidade para acompanhar o final do desfile de rua.

Capoava

À polícia, o pedreiro disse que o amigo queria deixar o carro em sua casa. Só então teria percebido que havia algo de errado e negou-se a ficar com o Citroën. O rapaz de 17 anos e seus dois cúmplices resolveram ir embora.
A Polícia Civil ainda não sabe exatamente quem levou o carro até a Fazenda Capoava, onde foi abandonado. A esta altura, a família da vítima já estava à procura de Celso.
Um irmão disse à Rede Record que a família é muito unida e um telefonava para outro com intervalos de poucas horas. Quando Celso deixou de atender ao celular, os parentes ficaram alarmados.

Confissão

O carro foi localizado pela PM no início da tarde da Quarta-feira de Cinzas. Logo depois a GCM encontrou o corpo em processo avançado de decomposição.
Interrogados pela Polícia Civil de Porto Feliz, os suspeitos contaram uma mentira elaborada. O jornalista os teria levado ao baile em Sorocaba e ido embora, porque não gostava daquele tipo de música. Teriam combinado que Celso voltaria para buscá-los, mas não apareceu.
A história tinha muitas incongruências e os policiais porto-felicenses receberam instruções de levar os quatro à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Sorocaba. Lá, os adolescentes acabaram admitindo o homicídio e contando a história em detalhes.
Detalhes que ganharam a grande imprensa e relançaram o debate sobre a maioridade penal. O namorado de Celso tramou o crime faltando três meses para atingir os 18 anos. Ele e seus comparsas poderão ficar sob a custódia da Fundação Casa pelo prazo máximo de três anos.

O adolescente assassino postou várias fotos nas redes sociais com o carro do jornalista morto. Numa delas ele diz “eu trabalho na TV e faço comerciais, posso ter um carro desses”. Mas a foto dele , com 17 anos não pode ser colocada na mídia.....
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